#8

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Eu não bato à punheta. A punheta é que bate em mim. Até se vir.

#7

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Outra cena é aqueles gajos que fazem blogs só com pérolas do youtube e assim. Como se os videos fossem ostras. Então no eterno e saboroso paradoxo, vou publicar aqui isto, completando o post anterior:



Não sei se isto são homens da tropa, que me parecem, ou homens do lixo. Mas pá, dão-lhe bué.

When angels deserve to die.

Caga nisso, Steve.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009



Isto é absolutamente genial.
O tipo chama-se Steve e tem 43 anos.

"Am I just paranoid, yeah yeah yeah!"

"Se o amor é fon fon fon fon, que se lixe o romantismo!"

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Eu se pudesse ser baterista d'uma banda era dos Deolinda.
Se um dia destes tiver paciência faço uns covers deles em ska. É uma ideia gira.

Um abraço ao pessoal de Göteborg, Sweden. Turistas a sério ficam na Amadora. Se Londres tivesse 7 colinas e o Tamisa fosse alguma 700 vezes maiores, e que em vez da City e da Tower Bridge, a margem sul tivesse o Montijo e Almada, então a Amadora era Camden Town. Sem dúvida.

Mas a música erudita não tem grande efeito em mim
Do CCB gosto da vista, da Gulbenkian o jardim.

Pá, caga nisso. Genial.

#4

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Então tás em casa há mais de 15 minutos a fazer o quê?

(If you believe, they put a man on the moon.)

Conversas de Rua #0

Este vai ser o nome d'uma espécie de rúbrica que vai revolucionar completamente toda a rede! Vai ser igual, na glória e no heroísmo, e no desalento e falhanço, ao 25 de Novembro. E vai assentar num conceito muito simples: conversas na rua.

Num futuro muito próximo vou publicar isso.

Até lá, Jeff Buckley.

"Seems Like Home To Me"

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Acabei de perceber que não consegui fazer copy-paste para dentro desta caixa. É de mim ou não dá mesmo?

Ia colar o refrão da música-título do post, pelos Two Gallants. Há imenso tempo que não mergulhava de cabeça no interior dos EUA, d'uma cultura tão aventureira e ao mesmo tempo saudosa, que este par de rapazes que por acaso são de LA reproduzem na sua música, para mim lendária e mais valiosa, artisticamente, descontextando normas sociais e culturais presas no tempo a que pertenceram, que o espólio do Fernando Pessoa, agora património nacional. Como nem todos são bons entendedores, isto significa que tais artefactos não podem sair do país. Por isso, vamos guardar o que temos de bom e escondê-lo de toda a gente. Atitudes como estas, "orgulhosamente sós", representam uma sociedade não muito na vanguarda, vá. Uma direita implícita no povo lusitano, ou no povo lusitano abastado, com estas restrições de merda.
O próprio sobrinho do homem disse que era uma "ridicularia política" ou que foi. E tem ele toda a razão, ele que pelo menos partilha algum sangue com aquele homem, por canos e tubos muito distorcidos. E denota-se de onde herdou tal sentido poético.

Com isto entro noutro aspecto do primeiro post, que vou complementando.
Outra cena que eu vejo nos blogs, e que é de assinalar, para o mau e para o bom, é a quantidade de pessoas que escrevem criticas irónicas, muitas delas sem graça e outras mais sem relevância absolutamente nenhuma ás noticias daquela semana. Há até gajos chatos com essa merda.
É daquelas cenas que critico mas que posso fazer com muito gosto. É mesmo assim.

"Crow Jane quit me and I just can't go."
 
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